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Notícias > Como aplicar tecnologias em áreas contaminadas?

Publicado em 17/11/2010

Uma pergunta recorrente de todos que trabalham na área de remediação é: como aplicar as melhores tecnologias disponíveis no mercado para a recuperação de áreas contaminadas?

 

Segundo Mauro Banderali, especialista em instrumentação ambiental da Ag Solve, a resposta para esta questão reside em conhecer profundamente as condições hidrogeológicas e todos os aspectos referentes ao procedimento de remediação a ser utilizado na operação. “Os casos não podem receber tratamento igual, ainda que sejam de um mesmo segmento, como uma indústria química ou um posto de combustível, afinal as variáveis de local, solo, tipo, volume, quantidade, tempo de contaminação e nível do aquífero, entre outros detalhes interferem decisivamente no processo”, ressalta ele.

 

De acordo com Banderali, não existem soluções prontas. “É preciso a averiguação do conjunto de tecnologias ideais para o tipo de tratamento necessário, com análise de todas as variáveis e peculiaridades do caso.  Por isso há necessidade da consulta com boas consultorias e especialistas, discussão do desempenho dos equipamentos com fornecedores e o detalhamento do processo ao proprietário da área e comunidade adjacente, quando necessário. Somente por meio desta prática é possível proceder com uma avaliação densa da situação, indicando as melhores alternativas possíveis”.

 

Atualmente, entre as tecnologias modernas de remediação estão os skimmers ativos e passivos, mantas oleofílicas e produtos de biorremediação.

 

O skimmer ativo é representado pela bomba pneumática FAP Plus, que captura a fase livre e a bombeia para fora da área contaminada, sem retirar a água e que permite a variação do nível de água a valores de até 90 cm sem que o processo seja afetado.  “Isto possibilita uma baixa manutenção e pouco consumo de energia, pois o material  é recuperado isento de água, reduzindo a instalação física de superfície nos locais de trabalho, o emprego de caixas separadoras e sistemas de polimento da água com carvão ativado. Isto contribui, também, para uma menor contaminação, pois evita o rebaixamento do nível de água”, comenta Banderali. O equipamento proporciona uma recuperação extremamente rápida e eficiente, para os casos em que se aplica, porém seu uso requer conhecimento detalhado do movimento do contaminante no solo. A Ag Solve pode esclarecer e fornecer mais informações sobre esta questão.

                                                                                                          

Outro tipo de instrumentação para remediação são as mantas oleofílicas, que contem fibras de polietileno, material permeável à água, mas que retiram todo tipo de hidrocarboneto. “Elas recuperam até cinco quilos de hidrocarbonetos e são reutilizáveis”, afirma Banderali. O mesmo tipo de manta, só que com outras substâncias ativas, também é aplicada para a biorremediação. O produto, chamado de O-SOX, é uma espécie de meia, na qual, internamente, possui a presença de liberadores de oxigênio com retardante, solução tampão de pH neutro e nutrientes para a biologia da água e do solo degradarem os hidrocarbonetos.  “Quando já desprovidos da embalagem original e no interno do poço, em contato com a água, há liberação lenta de oxigênio e demais componentes que auxiliam no processo de crescimento de organismos que degradam os hidrocarbonetos pelo método da biorremediação”, explica Mauro Banderali.

 

“Estas são apenas algumas das possibilidades, mas a recomendação deve ser sempre previamente analisada por profissionais habilitados, pertencentes a grupos de estudos e consultorias capazes”, finaliza o especialista.

 

Para mais informações sobre produtos para remediação de áreas contaminadas, acesse: www.agsolve.com.br

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