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Notícias > Controle da qualidade da água em bacias é fundamental

Publicado em 17/11/2010

Monitoramento de parâmetros físico-químicos contribuem para conservação do recurso e para a saúde dos consumidores

 

Muitas bacias hidrográficas brasileiras se encontram em estado crítico de poluição e degradação. De acordo com dados divulgados em 2009 pela Agência Nacional de Águas (ANA), as bacias em pior situação de contaminação estão localizadas nas regiões metropolitanas de São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Vitória, Recife, Salvador, Fortaleza, Belém e Manaus. A agência estima que, atualmente, haja a necessidade de cerca de R$ 20 bilhões em investimentos, para a proteção dos mananciais que abastecem os centros urbanos. Os governos têm investido uma média de apenas R$ 4 bilhões por ano.

 

Ainda segundo a ANA, já existem mais de 2 mil pontos de monitoramento da qualidade da água em 17 unidades da Federação. As análises destes pontos demonstraram que apenas 9% dos mananciais estão com Índice de Qualidade da Água (IQA) considerados ótimos. Cerca de 70%, alcançaram IQA bom; 14% foram classificados como razoáveis; 5%, ruins; e 2%, péssimos.

 

Os especialistas acreditam que em 2025, grande parte do planeta já vivenciará a situação de estresse hídrico, ou seja, não haverá água suficiente para suprir todas as necessidades. Acredita-se que, até lá, 3 bilhões de pessoas sofrerão com a falta de água.

 

Uma das melhores saídas para a gestão dos mananciais é o controle rigoroso do despejo de resíduos poluentes com o acompanhamento da qualidade da água. Para isso, já existem tecnologias que facilitam o trabalho de monitoramento e medição. São elas: sondas multiparamétricas; amostradores automáticos; medidores de nível e condutividade elétrica automáticos; estações meteorológicas; entre outros.

 

Mauro Banderali, especialista em instrumentação ambiental da Ag Solve, explica que estes equipamentos são instrumentos importantes para uma melhor gestão e controle dos rios. “Fazer um trabalho de monitoramento contínuo contribui não só para a conservação das bacias e de seus mananciais, como protege a população de riscos à saúde, por conta de contaminação, seja ela química ou orgânica. A tecnologia chega ainda como uma solução para o acompanhamento e a tomada de decisões para contornar problemas comumente encontrados nas águas”, explica ele.

 

O que falta, segundo Banderali, é um maior investimento em equipamentos de prevenção e monitoramento, tanto no setor público, quanto no privado. “Não adianta adotar medidas paliativas. O problema só será solucionado com o uso de tecnologia para medição em tempo real e acompanhamento temporal da qualidade das águas, em empresas, municípios e estados.  Após o acidente ou contaminação, os custos de remediação são expressivos e longos, o que pode fazer um pequeno acidente tornar-se um grande prejuízo monetário, social e ambiental.”

 

Mais informações sobre os equipamentos para água e outros para monitoramento e remediação ambiental podem ser acessadas em: www.agsolve.com.br

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