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Notícias > Técnica minimiza erros de amostragem

Publicado em 27/11/2008

Com o intuito de minimizar erros de amostragem em águas subterrâneas, durante estudos e trabalhos de remediação, em janeiro de 2006 entrou em vigor a exigência da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), que prevê o uso do método de amostragem de baixa vazão, também conhecido como Low Flow. A partir da data ficou estabelecido o Procedimento para Identificação de Passivos Ambientais em Estabelecimentos com Sistema de Armazenamento Subterrâneo de Combustíveis (SASC).

Segundo Alexandre Koshiyama, geólogo da Arquipélago Engenharia Ambiental, a fiscalização é bastante rigorosa com relação a norma. “Hoje, a utilização deste método é realmente uma exigência da Cetesb.   Se não for possível a sua utilização, a justificativa deve ser bem embasada, caso contrário o órgão reprova o trabalho”, afirma ele. O geólogo lembra que antes, a amostragem da água era realizada pelo método convencional utilizando-se um amostrador de garrafa (bailer). Era mais simples, barato e rápido de se fazer, mas a possibilidade de coleta de água estagnada e a perda de voláteis eram grandes”, explica ele.

No Low Flow, a água subterrânea é bombeada diretamente da seção filtrante do poço em baixa vazão, ou seja, lentamente, purgando apenas a zona de amostragem, o que minimiza os distúrbios na água do poço e reduz a turbidez da amostra. “O uso deste método diminuiu a possibilidade de perda de compostos orgânicos voláteis durante a amostragem, garantindo que a água coletada é representativa, minimizando a possibilidade de coleta de amostra com material suspenso”, complementa ele.

Alexandre explica como é realizada a amostragem de baixa vazão. “O método consiste no bombeamento (purga) em vazão regulada da água subterrânea do poço a ser amostrado. Esta vazão deve ser ligeiramente inferior à capacidade de produção (de água) do poço, de forma a provocar o mínimo de rebaixamento possível, além de possibilitar a estabilização da profundidade do nível de água. Durante o processo, não deve ocorrer variações na profundidade do nível d e água. Na água extraída, durante a purga, é realizada a medição de alguns parâmetros geoquímicos (pH, condutividade elétrica, potencial de oxi-redução, tubidez e oxigênio dissolvido), com a finalidade de indicar o momento da coleta da amostra para a análise química. A estabilização destes indicará que a água que esta sendo bombeada é representativa do aqüífero". 

  

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