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Notícias > Equipamentos hidrometeorológicos são obrigatórios em pequenas centrais hidrelétricas

Publicado em 29/08/2008

O consumo crescente de energia elétrica no País e a necessidade de encontrar fontes alternativas mais baratas, além do receio sobre uma nova crise do “apagão”, que afetou o setor elétrico brasileiro em 2001, aumentaram muito o interesse pelas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) – instaladas em rios de pequeno e médio portes que possuam desníveis significativos durante seu percurso, gerando potência hidráulica suficiente para movimentar turbinas. Uma alternativa de captação de energia que se beneficia com regras comerciais diferenciadas, custos menores de transmissão, menor impacto ambiental e maior rapidez no licenciamento. Estes motivos estão atraindo muitos investimentos seja na construção de novas hidrelétricas ou no uso de tecnologias para melhora do aproveitamento energético daquelas já existentes. De acordo com a comissão organizadora da 4ª Conferência de PCH Mercado & Meio Ambiente, realizada nos dias 19 e 20 de agosto em São Paulo, 82 novas usinas já estão em construção, 153 com outorga e centenas de inventários sendo realizados, que irão se somar as mais de 300 unidades em operação.

 

Para que sejam aprovadas e regulamentadas ou continuem em funcionamento, todas as PCHs precisam atender a resolução n° 396/98 da Agencia Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que estabelece: “Em todos os aproveitamentos hidrelétricos, os agentes autorizados e concessionários de geração de energia hidrelétrica ficam obrigados a instalar, manter e operar estações pluviométricas e fluviométricas nas regiões hidrográficas dos seus respectivos empreendimentos; bem como, a manter atualizadas as curvas de descarga das estações fluviométricas, e as curvas cota-volume dos reservatórios dos aproveitamentos. (...) Os agentes de geração de energia hidrelétrica têm ainda a responsabilidade de produzir, com qualidade e consistência, dados hidrológicos de chuva e vazão a partir de medições e observações efetuadas em estações fluviométricas e pluviométricas instaladas nas regiões dos aproveitamentos hidrelétricos (...)”. Mauro Banderali, diretor da empresa de monitoramento ambiental Ag Solve, explica que “os estudos hidrológicos são necessários pois fundamentam os projetos de obras hidráulicas, como barragens em hidrelétricas, permitindo melhora do aproveitamento energético, controle e acompanhamento de cheias, servindo, também, como proteção contra desastres ambientais”.

 

Para divulgar esta questão e apresentar os equipamentos existentes na área, a Ag Solve esteve presente na 4ª Conferência de PCH Mercado & Meio Ambiente. “Na conferência, foi apresentado ao público, todos os equipamentos hidrometeorológicos com sistemas telemétricos aplicáveis a Resolução 396/98 da Aneel, que permitem às PCHs atenderem a resolução de maneira plena, além de oferecer uma ferramenta para melhor aproveitamento das águas”, contou Banderali. A empresa fornece soluções em equipamentos hidrometeorológicos telemétricos para PCHs há 9 anos. O evento foi coordenado pela Universidade Federal de Itajubá e pelo Centro Nacional de Referência em Pequenas Centrais Hidrelétricas (CERPCH) e teve como objetivo discutir os principais temas referentes às PCHs, como aspectos legais e institucionais, tecnologia aplicável, meio ambiente e análises econômicas. Representantes do governo, ONGs, investidores, técnicos, agentes do mercado e provedores de soluções e tecnologias participaram do evento.

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